domingo, 19 de agosto de 2012

Livro de animais divertidos- 3


Livro de animais divertidos 3
Oi  já  é a terceira edição que eu fasso ,e é tão legal fazer mais,vamos  logo ao assunto ,hoje teremos muita reportagem de vespas e abelhas
*vespas oleiras:

OCULTOS sob a casca solta duma árvore, acham-se cinco ‘potes’ de barro distintos, cada um do tamanho de uma pequena cereja. Essas jarras foram feitas por uma vespa oleira, que as provisionou adequadamente para a sua prole. Foi bastante trabalhoso.
Apenas para apanhar e transportar o barro, ela voou de 160 a 320 km. Quando o barro era duro ela o umedecia regurgitando água. Transformou o barro em bolinhas e as usou para fazer um disco que se tornou o fundo do pote. À medida que o trabalho prosseguia, as outras bolinhas foram transformadas em filamentos e usados para construir um globo oco. Fazendo uma curvatura para fora, no alto, ela fez uma espécie de gargalo para o pote. A parede exterior do pote é áspera, mas a interior é lisa.
A seguir, necessitava-se dum suprimento de alimento. Para estocar a jarra, ela paralisou pequenas lagartas, com seu ferrão, e meteu-as ali. Visto que as lagartas não estavam mortas, isso assegurava um suprimento de alimento fresco para a larva da vespa que sairia do único ovo em cada jarra.
O ovo fica dependurado do alto, por um fio delgado. Como é que o ovo veio a ficar nessa posição? No processo de depositá-lo, a vespa encostou na parede interna da jarra a ponta do abdômen e segregou um líquido. À medida que o abdômen era afastado, formava-se um filamento que imediatamente endurecia. Assim, quando o ovo saiu, ficou preso ao filamento.
Para as fêmeas, o número de lagartas necessárias é maior do que para os machos — o estágio de larva da fêmea é um ou dois dias mais longo. Como exatamente a vespa sabe que de um determinado ovo sairá uma larva fêmea, necessitando assim de mais alimento, é um mistério.
Com uma bolinha de barro, a vespa fechou a jarra contendo o ovo e o estoque de lagartas e alisou o gargalo da jarra. Quando o último pote estava selado, a vespa terminara seu trabalho.
O ovo da vespa, suspenso por um fio.
A vespa carregando uma bolinha de barro para fechar a ‘jarra’.
*vespas:
Já imaginou, alguma vez, por que esmagar uma vespa amarela resulta num bando de vespas que se juntam para o ataque? Segundo o entomologista Peter Landolt, esmagar uma vespa amarela rompe sua bolsa de veneno e libera no ar um feromônio de alarme, alertando outras vespas amarelas para que venham em socorro dela, noticia a revista Science Digest. Para apoiar suas descobertas, Landolt e o químico Robert Heath testaram um feromônio de alarme, sintetizado, perto de um ninho de vespas amarelas da Flórida, EUA. Landolt relatou que até 500 insetos atacantes “saíram do ninho e começaram a dar ferroadas”. Landolt aconselha a se evitNa fabricação de papel, contudo, os egípcios eram retardatários — seu atraso era de muitos milhares de anos! A número um na fabricação de papel é a vespa cartonageira. As maiores são as Vespa crabro, da Europa, e a Vespa maculata, da América do Norte. O ninho de papel começa pequeno, sendo obra de uma única fêmea; acaba como imponente bola de papel de uns 30 a 60 centímetros de diâmetro, abrigando uma força de trabalho de milhares. O trabalho começa com esta fêmea singular, a rainha. Depois de escolher o local de construção, geralmente uma árvore, ela raspa pequenas partículas de madeira envelhecida pelo tempo, e as mistura com saliva, para formar a polpa.ar esmagar uma vespa amarela. Alguns tipos de orquídeas do gênero Ophrys (Ofrídeas) têm, em suas pétalas, uma figura da fêmea da vespa, com olhos, antenas, asas e tudo. Até mesmo exala o cheiro duma fêmea em estágio de acasalamento! O macho vem acasalar-se, mas apenas poliniza a flor. Outra orquídea, do gênero Coryanthes (Coriante) possui um néctar fermentado que faz com que a abelha fique com pés vacilantes; ela escorrega num cálice de líquido e a única forma de sair é contorcer-se sob um estigma que enche a abelha de pólen. As abelhas japonesas se defendem de um ataque da vespa gigante matando-a com o calor de seus corpos, diz uma reportagem da Science News. Quando detectam a presença de uma vespa, as abelhas atraem o inimigo para dentro da colméia, onde centenas de operárias se engalfinham com ele e formam uma bola em torno dele. Daí, “as abelhas vibram e aumentam a temperatura da bola para 47° Celsius, uma temperatura letal, por cerca de 20 minutos”, informa a revista. Como as abelhas japonesas suportam temperaturas de até 50° Celsius, essa manobra não lhes faz mal. Só que nem todas as vespas caem na armadilha da abelha. Visto que “20 a 30 vespas podem matar uma colônia de 30.000 abelhas em 3 horas”, as vespas gigantes podem subjugar as abelhas fazendo um ataque em massa. “Aí elas tomam a colméia e se apoderam das larvas e das pupas das abelhas”, diz a NewsOs abelharucos são especialistas em pegar insetos em pleno vôo. Já que preferem insetos grandes e velozes, como abelhas, vespas e vespões, eles têm de ser rápidos e ágeis. A visão aguçada também ajuda. O abelharuco-comum pode localizar uma abelha ou uma vespa a 100 metros de distância.
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As inclusões também podem fornecer informações sobre a flora de florestas antigas. Muitas plantas e árvores puderam ser identificadas a partir de flores, cogumelos, musgo, folhas e sementes preservados em âmbar. E cientistas garantem a existência de figueiras, embora não se tenham encontrado folhas ou raminhos de figueira. Por quê? Porque encontraram-se preservadas em âmbar diversas espécies de vespa que conhecidamente só vivem e se reproduzem em figueiras. De modo que é razoável presumir que houvesse figueiras na floresta.
A vespa icnêumone dispõe de um ovipositor “endurecido com manganês ou zinco ionizados”, diz a revista National Geographic. Ela usa essa ferramenta metálica para fazer um furo profundo no tronco das árvores a fim de depositar ovos em cima ou dentro das larvas hospedeiras. “Algumas vespas conseguem perfurar até 8 centímetros de madeira maciça”, diz Donald Quicke, do Colégio Imperial Britânico. Quando os ovos eclodem, as vespinhas comem as larvas hospedeiras e, com a boca endurecida com os minerais extraídos das larvas, vão roendo o tronco até saírem da árvore.
*abelha:

A ABELHA tem a fama de ser um inseto trabalhador. Mas uma espécie de abelha se destaca nesse aspecto: a abelha-carnica. Essa abelha melífera obteve seu nome por causa da região ocidental da Eslovênia, chamada Carniola. Originalmente, podia ser encontrada apenas na península Balcânica e mais ao norte, nos Cárpatos. Hoje em dia, porém, não só a popularidade da abelha-carnica, mas também a própria abelha se espalharam pelo mundo todo.
Essa espécie também é conhecida como abelha-cinzenta por causa dos anéis de pêlos cinza em volta do abdomeUm quintal é equivalente a 100 quilos
O mel de abelha é uma substância líquida, doce, viscosa, produzida pelas abelhas. O mel é mencionado nas Escrituras Hebraicas pelas palavras nó·feth (mel fluido, ou mel de favo) e devásh. Esta última palavra talvez se refira não só ao mel de abelha, mas também ao xarope de frutas. (Le 2:11 n) Nas Escrituras Gregas usa-se mé·li, junto com o adjetivo á·gri·os, “silvestre”, para denotar o mel de abelhas silvestres.
O Favo de Mel. O favo de mel é uma maravilha de engenharia; revela a incomparável sabedoria e capacidade do Criador, de colocar tal instinto de “engenharia” e de construção na abelha-de-mel. A forma hexagonal dos alvéolos é ideal para conter a máxima quantidade de mel com o mínimo de cera de abelha, material de que são feitas as paredes dos alvéolos. Na construção do favo, a cera de abelha é produzida em glândulas especiais no corpo dela. A cera exsuda de poros no corpo, formando pequenas escamas brancas. A abelha, com as pernas, leva essas escamas às mandíbulas. Então mastiga a cera e a coloca na parte do favo em construção. As paredes do favo têm a espessura de apenas um terço de um milímetro, mas podem sustentar um peso 30 vezes maior ao delas.
As abelhas-de-mel constroem seus ninhos em lugares diversos, inclusive árvores, rochas, e, num caso, mesmo a carcaça dum animal, o qual evidentemente não era mais carniça, mas secara ao sol. Esta foi a carcaça do leão da qual Sansão comeu mel. — Jz 14:8, 9.
Mel. O mel de abelha é produzido do néctar tirado de flores e frutas. No processo do recolhimento do néctar e ao ser depositado no favo, acrescentam-se certas substâncias químicas do corpo da abelha. Parte da água evapora do néctar, e as substâncias químicas transformam o néctar em mel. A cor e o sabor do mel variam segundo a fonte do néctar. O mel é facilmente assimilado pelo organismo e rapidamente convertido em energia.
A maioria das referências bíblicas ao mel de abelha é ao mel silvestre, tal como João, o Batizador, comia no ermo. (Mt 3:1, 4) A qualidade energizante do mel é ilustrada no caso do filho do Rei Saul, Jonatã, o qual, esgotado da batalha, provou um pouco de mel. Imediatamente, seus olhos “começaram a clarear”. (1Sa 14:25-30) Este alimento energizante é alistado entre as provisões que Deus forneceu ao seu povo no ermo. Ali, onde existiam poucas árvores, o povo podia comer mel tirado “dum rochedo”, isto é, dos favos de mel que as abelhas tinham construído em lugares rochosos.
Abelhas assassinas brasileiras
Quão perigosas são as “abelhas assassinas” brasileiras? Embora descendentes de 26 rainhas africanas tenham sido soltas acidentalmente em 1956, a revista Newsweek noticia que “os brasileiros desenvolveram um modus vivendi com as abelhas africanizadas . . . A produção de mel — que girava em torno de 3.000 toneladas anuais antes da chegada das abelhas africanizadas — totalizou 42.000 toneladas no ano passado”. Pelo visto, o segredo é “orientar os apicultores para que lidem de modo seguro com as abelhas africanizadas e ensinar o público a evitar perigos. A revista diz: “Embora seja verdade que elas matam centenas de cabeças de gado por ano, os humanos não parecem correr maior perigo do que em outros lugares






Até a próxima, espero que tenha gostado desses insetos !



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