Livro de animais
divertidos 3
Oi já é a
terceira edição que eu fasso ,e é tão legal fazer mais,vamos logo ao assunto ,hoje
teremos muita reportagem de vespas e abelhas
*vespas
oleiras:
OCULTOS
sob a casca solta duma árvore, acham-se cinco ‘potes’ de barro distintos, cada
um do tamanho de uma pequena cereja. Essas jarras foram feitas por uma vespa
oleira, que as provisionou adequadamente para a sua prole. Foi bastante
trabalhoso.
Apenas
para apanhar e transportar o barro, ela voou de 160 a 320 km. Quando o barro
era duro ela o umedecia regurgitando água. Transformou o barro em bolinhas e as
usou para fazer um disco que se tornou o fundo do pote. À medida que o trabalho
prosseguia, as outras bolinhas foram transformadas em filamentos e usados para
construir um globo oco. Fazendo uma curvatura para fora, no alto, ela fez uma
espécie de gargalo para o pote. A parede exterior do pote é áspera, mas a
interior é lisa.
A
seguir, necessitava-se dum suprimento de alimento. Para estocar a jarra, ela
paralisou pequenas lagartas, com seu ferrão, e meteu-as ali. Visto que as
lagartas não estavam mortas, isso assegurava um suprimento de alimento fresco
para a larva da vespa que sairia do único ovo em cada jarra.
O ovo
fica dependurado do alto, por um fio delgado. Como é que o ovo veio a ficar
nessa posição? No processo de depositá-lo, a vespa encostou na parede interna
da jarra a ponta do abdômen e segregou um líquido. À medida que o abdômen era
afastado, formava-se um filamento que imediatamente endurecia. Assim, quando o
ovo saiu, ficou preso ao filamento.
Para
as fêmeas, o número de lagartas necessárias é maior do que para os machos — o
estágio de larva da fêmea é um ou dois dias mais longo. Como exatamente a vespa
sabe que de um determinado ovo sairá uma larva fêmea, necessitando assim de
mais alimento, é um mistério.
Com
uma bolinha de barro, a vespa fechou a jarra contendo o ovo e o estoque de
lagartas e alisou o gargalo da jarra. Quando o último pote estava
selado, a vespa terminara seu trabalho.
O ovo
da vespa, suspenso por um fio.
A
vespa carregando uma bolinha de barro para fechar a ‘jarra’.
*vespas:
Já imaginou, alguma vez, por
que esmagar uma vespa amarela resulta num bando de vespas que se juntam para o
ataque? Segundo o entomologista Peter Landolt, esmagar uma vespa amarela rompe
sua bolsa de veneno e libera no ar um feromônio de alarme, alertando outras
vespas amarelas para que venham em socorro dela, noticia a revista Science
Digest. Para apoiar suas descobertas, Landolt e o químico Robert Heath
testaram um feromônio de alarme, sintetizado, perto de um ninho de vespas
amarelas da Flórida, EUA. Landolt relatou que até 500 insetos atacantes “saíram
do ninho e começaram a dar ferroadas”. Landolt aconselha a se evitNa fabricação
de papel, contudo, os egípcios eram retardatários — seu atraso era de muitos
milhares de anos! A número um na fabricação de papel é a vespa cartonageira. As
maiores são as Vespa crabro, da Europa, e a Vespa maculata,
da América do Norte. O ninho de papel começa pequeno, sendo obra de uma única
fêmea; acaba como imponente bola de papel de uns 30 a 60 centímetros de
diâmetro, abrigando uma força de trabalho de milhares. O trabalho começa com
esta fêmea singular, a rainha. Depois de escolher o local de construção,
geralmente uma árvore, ela raspa pequenas partículas de madeira envelhecida
pelo tempo, e as mistura com saliva, para formar a polpa.ar esmagar uma vespa
amarela. Alguns tipos de orquídeas do gênero Ophrys (Ofrídeas) têm, em
suas pétalas, uma figura da fêmea da vespa, com olhos, antenas, asas e tudo.
Até mesmo exala o cheiro duma fêmea em estágio de acasalamento! O macho vem
acasalar-se, mas apenas poliniza a flor. Outra orquídea, do gênero Coryanthes
(Coriante) possui um néctar fermentado que faz com que a abelha fique com pés
vacilantes; ela escorrega num cálice de líquido e a única forma de sair é
contorcer-se sob um estigma que enche a abelha de pólen. As abelhas japonesas
se defendem de um ataque da vespa gigante matando-a com o calor de seus corpos,
diz uma reportagem da Science News. Quando detectam a presença de
uma vespa, as abelhas atraem o inimigo para dentro da colméia, onde centenas de
operárias se engalfinham com ele e formam uma bola em torno dele. Daí, “as
abelhas vibram e aumentam a temperatura da bola para 47° Celsius, uma
temperatura letal, por cerca de 20 minutos”, informa a revista. Como as abelhas
japonesas suportam temperaturas de até 50° Celsius, essa manobra não lhes faz
mal. Só que nem todas as vespas caem na armadilha da abelha. Visto que “20 a 30
vespas podem matar uma colônia de 30.000 abelhas em 3 horas”, as vespas
gigantes podem subjugar as abelhas fazendo um ataque em massa. “Aí elas tomam a
colméia e se apoderam das larvas e das pupas das abelhas”, diz a NewsOs
abelharucos são especialistas em pegar insetos em pleno vôo. Já que preferem
insetos grandes e velozes, como abelhas, vespas e vespões, eles têm de ser
rápidos e ágeis. A visão aguçada também ajuda. O abelharuco-comum pode
localizar uma abelha ou uma vespa a 100 metros de distância.
.
As inclusões também podem
fornecer informações sobre a flora de florestas antigas. Muitas plantas e
árvores puderam ser identificadas a partir de flores, cogumelos, musgo, folhas
e sementes preservados em âmbar. E cientistas garantem a existência de
figueiras, embora não se tenham encontrado folhas ou raminhos de figueira. Por
quê? Porque encontraram-se preservadas em âmbar diversas espécies de vespa que
conhecidamente só vivem e se reproduzem em figueiras. De modo que é razoável
presumir que houvesse figueiras na floresta.
A vespa icnêumone dispõe de
um ovipositor “endurecido com manganês ou zinco ionizados”, diz a revista National
Geographic. Ela usa essa ferramenta metálica para fazer um furo profundo
no tronco das árvores a fim de depositar ovos em cima ou dentro das larvas
hospedeiras. “Algumas vespas conseguem perfurar até 8 centímetros de madeira
maciça”, diz Donald Quicke, do Colégio Imperial Britânico. Quando os ovos
eclodem, as vespinhas comem as larvas hospedeiras e, com a boca endurecida com
os minerais extraídos das larvas, vão roendo o tronco até saírem da árvore.
*abelha:
A
ABELHA tem a fama de ser um inseto trabalhador. Mas uma espécie de abelha se
destaca nesse aspecto: a abelha-carnica. Essa abelha melífera obteve seu nome
por causa da região ocidental da Eslovênia, chamada Carniola. Originalmente,
podia ser encontrada apenas na península Balcânica e mais ao norte, nos
Cárpatos. Hoje em dia, porém, não só a popularidade da abelha-carnica, mas
também a própria abelha se espalharam pelo mundo todo.
Essa
espécie também é conhecida como abelha-cinzenta por causa dos anéis de pêlos
cinza em volta do abdomeUm quintal é equivalente a 100 quilos
O mel
de abelha é uma substância líquida, doce, viscosa, produzida pelas abelhas. O
mel é mencionado nas Escrituras Hebraicas pelas palavras nó·feth (mel
fluido, ou mel de favo) e devásh. Esta última palavra talvez se refira
não só ao mel de abelha, mas também ao xarope de frutas. (Le 2:11 n) Nas
Escrituras Gregas usa-se mé·li, junto com o adjetivo á·gri·os,
“silvestre”, para denotar o mel de abelhas silvestres.
O Favo de Mel. O favo de mel é uma maravilha de engenharia;
revela a incomparável sabedoria e capacidade do Criador, de colocar tal
instinto de “engenharia” e de construção na abelha-de-mel. A forma hexagonal
dos alvéolos é ideal para conter a máxima quantidade de mel com o mínimo de
cera de abelha, material de que são feitas as paredes dos alvéolos. Na
construção do favo, a cera de abelha é produzida em glândulas especiais no
corpo dela. A cera exsuda de poros no corpo, formando pequenas escamas brancas.
A abelha, com as pernas, leva essas escamas às mandíbulas. Então mastiga a cera
e a coloca na parte do favo em construção. As paredes do favo têm a espessura
de apenas um terço de um milímetro, mas podem sustentar um peso 30 vezes maior
ao delas.
As
abelhas-de-mel constroem seus ninhos em lugares diversos, inclusive árvores,
rochas, e, num caso, mesmo a carcaça dum animal, o qual evidentemente não era
mais carniça, mas secara ao sol. Esta foi a carcaça do leão da qual Sansão
comeu mel. — Jz 14:8, 9.
Mel. O mel de abelha é produzido do néctar tirado de flores e frutas. No
processo do recolhimento do néctar e ao ser depositado no favo, acrescentam-se
certas substâncias químicas do corpo da abelha. Parte da água evapora do
néctar, e as substâncias químicas transformam o néctar em mel. A cor e o sabor
do mel variam segundo a fonte do néctar. O mel é facilmente assimilado pelo
organismo e rapidamente convertido em energia.
A
maioria das referências bíblicas ao mel de abelha é ao mel silvestre, tal como
João, o Batizador, comia no ermo. (Mt 3:1, 4) A qualidade energizante do
mel é ilustrada no caso do filho do Rei Saul, Jonatã, o qual, esgotado da
batalha, provou um pouco de mel. Imediatamente, seus olhos “começaram a
clarear”. (1Sa 14:25-30) Este alimento energizante é alistado entre as
provisões que Deus forneceu ao seu povo no ermo. Ali, onde existiam poucas
árvores, o povo podia comer mel tirado “dum rochedo”, isto é, dos favos de mel
que as abelhas tinham construído em lugares rochosos.
Abelhas assassinas brasileiras
Quão perigosas são as “abelhas assassinas” brasileiras? Embora descendentes
de 26 rainhas africanas tenham sido soltas acidentalmente em 1956, a
revista Newsweek noticia que “os brasileiros desenvolveram um modus
vivendi com as abelhas africanizadas . . . A produção de mel —
que girava em torno de 3.000 toneladas anuais antes da chegada das abelhas
africanizadas — totalizou 42.000 toneladas no ano passado”. Pelo visto, o
segredo é “orientar os apicultores para que lidem de modo seguro com as abelhas
africanizadas e ensinar o público a evitar perigos. A revista diz: “Embora seja
verdade que elas matam centenas de cabeças de gado por ano, os humanos não
parecem correr maior perigo do que em outros lugares
Até a próxima, espero
que tenha gostado desses insetos !